segunda-feira, 30 de julho de 2012

MUSEU DO SURF - SANTOS

ESTIVE NA CIDADE DE  SANTOS LITORAL DE SP, E CONHECI O MUSEU DO SURF, QUE FICA ENTRE A PRAIA DO GONZAGA E SÃO VICENTE.
O MUSEU RELATA OS PRIMEIROS SURFISTAS DA DECÁDA DE 1930, AS PRIMEIRAS PRANCHAS FEITAS DE MADEIRAS AS PRIMEIRAS MULHERES SURFISTAS DA REGIÃO.
PROPAGANDAS DE CAMPEONATOS DE SURF E AS PRIMEIRAS MARCAS DE SURFWEAR PATROCINADORAS DE CAMPEONATO.
FIQUEI MUITO FELIZ QUANDO AVISTEI UMA PRANCHA COM UM ADESIVO DA MARCA HD HAWAIIAN DREAMS DA QUAL TRABALHEI COMO DESIGNER DE PRODUTO NOS ANOS ATUAIS.
VALE APENA!!!!! O MUSEU DO SURF - SANTOS

I VISITED IN SANTOS CITY COAST OF SP AND KNEW THE MUSEUM OF THE SURF IS THAT GONZAGA THE BEACH AND SAINT VINCENT.
THE MUSEUM OF REPORTING THE FIRST SURFERS 1930s, THE FIRST OF WOODEN BOARDS MADE THE FIRST WOMEN SURFERS THE REGION.
ADVERTISEMENTS OF THE CHAMPIONSHIPS SURF AND BRANDS THE FIRST CHAMPIONSHIP SPONSORS SURFWEAR.
I WAS VERY HAPPY WHEN I SAW A BOARD WITH A STICKER BRANDS HD HAWAIIAN DREAMS OF WHOM WORKED AS A DESIGNER OF PRODUCT IN THE CURRENT YEAR.
VALLEY JUST!! THE MUSEUM OF THE SURF - SANTOS














quarta-feira, 25 de julho de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

VISUAL MERCHANDISING!!!



VISUAL MERCHANDISING!!!

Em geral as pessoas acreditam que o Visual Merchandising é a divulgação de um produto ou serviço com o objetivo de informar e despertar o interesse de um possível cliente/consumidor, ou simplesmente a exposição de produtos em uma vitrine, mas além disso o Visual Merchandising no mercado de Moda é a maneira de fazer com que o ponto de venda seja a propaganda da marca, trazendo a público o conceito da marca/loja pra quem ela vende, o que ela vende e o que ela busca.
O VM encontra-se presente desde o início da civilização, desde o momento que começou a venda de algum produto a alguém denominado consumidor. Imagine um feirante que expõe suas frutas e verduras de uma maneira que as pessoas as admirem, sintam e desejem... Isto sim é Visual Merchandising.
Hoje o Visual Merchandising tem se tornado mais sofisticado e complexo do que a simples obtenção da venda ao consumidor. Ele inclui elementos que foram incorporados no desenvolvimento de projetos de design de lojas, ou estabelecimentos comerciais como, por exemplo, manequins que trazem vida ao ambiente de loja, entre muitos outros elementos utilizados para o conjunto de ambientização e destaque dos produtos.
Podemos citar como exemplo super-modernos, lojas da Alemanha que possuem vitrines interativas, ou até mesmo lojas que permitem que o consumidor efetue suas compras através de painéis digitais na própria vitrine, parece louco mas é real e dá certo.
No Varejo de Moda o Visual Merchandising é responsável pelo planejamento de loja, vitrine, comunicação visual, design, informática, treinamento de funcionários entre outras coisas, pois trata-se de um mercado concorrido e de rápido giro.
Mesmo sabendo que o VM é mais amplo e complexo, vale ressaltar que dentro do Varejo de Moda a vitrine é o primeiro contato do consumidor com o ponto de venda, é o relacionamento visual da marca com o consumidor, é para isso, precisamos utilizá-la de maneira correta e estratégica. A vitrine precisa seduzir o olhar instantaneamente de forma a sensibilizar, criando o primeiro vínculo do indivíduo com a marca.
Mercadologicamente a vitrine trata seis fatores básicos de atuação: marca, qualidade, preço, promoção, produto e iluminação; sendo a mensagem compacta, direta e objetiva. Ou seja, o nosso futuro como empresários do ramo de moda esta cada dia mais atrelado a prática do VM, e com este intuito que nós consumidores e varejistas devemos dar mais atenção a esta prática que ainda tem muito a oferecer e para se explorar.
Quando bem aplicado o VM é responsável pela experiência de compra positiva, ou seja, é responsável pela imagem que a loja/ marca constrói dentro da nossa cabeça.
Para que possamos ter uma experiência de compra positiva, existem sete fatores essenciais, tais como atendimento pessoal, tempo, conveniência, design, conforto, saúde e bem-estar.
Lembre-se que o consumidor, não busca apenas roupa, ou apenas moda... Ele quer estar bem, ele quer se sentir bem, ele quer fazer parte de um grupo, e neste momento que devemos identificar seus anseios para assim tentar satisfaze-los.
(texto de Aline Rosa- site www.portalaondevamos.com.br).

terça-feira, 17 de julho de 2012

LIVROOOOO!!!

EU TENHO ESTE LIVRO E RECOMENDO!!!
LIVRO: UM OLHAR SOBRE O DESIGN BRASILEIRO RELATA A EVOLUÇÃO DO DESIGN NO BRASIL....DESIGN DE EMBALAGEM, JÓIAS, PRODUTO, MÓVEIS, BRINQUEDOS ENTRE OUTROS.



UM OLHAR SOBRE O DESIGN BRASILEIRO
Autor: Joice Joppert Leal
Editora: Imprensa Oficial - Português - 2003
Dimensões: 29x31cm - 256 págs.
Capa: Capa dura


                                                                                                                                                              


quinta-feira, 12 de julho de 2012

BILLABONG

NA MINHA OPINIÃO A BILLABONG ESTA ENTRE AS 3 MELHORES MARCAS DE SURFWEAR MUNDIAL, SEM DUVIDA UM CLASSICO DESIGN DE SUPERFÍCIE.

BILLABONG.



















Converse Skid Grip

Pode ser de couro ou tecido, mas este modelo de tênis Converse Skid Grip é prático e confortável eu curto muito, principalmente quando estou atrasado kkk é rápido de calçar.
Converse Skid Grip Leather(couro)

Converse Skid Grip Leather(couro)


Converse Skid Grip(Tecido)

terça-feira, 10 de julho de 2012

QUIKSILVER!!!

SEM DUVIDA ESTA ENTRE AS 3 MELHORES DO SURFWEAR MUNDIAL!!! CURTO MUITO ESSE DESIGN DE SUPERFÍCIE.    

QUIKSILVER.





















domingo, 8 de julho de 2012

LIVRO THE BEST!!!

Eletrodomésticos: Origens, história e design no Brasil.



O livro é dividido em três partes: Origens, história e design no Brasil. A parte que trata das Origens apresenta ao leitor o estilo Art Déco, as discussões acerca da arte e da indústria na Europa, as primeiras escolas de design funcionalistas, o Streamlining e alguns dos pioneiros mestres de design, presentes até hoje no imaginário das novas gerações de profissionais. Só depois partimos para o nosso mundo particular, o Brasil. Nesta parte, denominada de história, a cronologia é o nosso guia. Num primeiro momento os Eletrodomésticos chegavam ao Brasil nos navios comerciais, trazendo as novidades dos países mais ricos somente para os mais abastados, traçando uma nítida linha divisória entre os poucos capazes de adquirir essas maravilhosas máquinas domésticas e aqueles muitos que não tinham poder aquisitivo de usufruí-las. Com o desenvolvimento das indústrias de base no Brasil e a energia elétrica se espalhando pelos lares dos centros urbanos, começam a surgir as primeiras indústrias de Eletrodomésticos. Fundadas por empreendedores pioneiros, em sua grande maioria imigrantes, essas empresas iniciam a fabricação dos primeiros Eletrodomésticos nacionais: geladeiras, liquidificadores, batedeiras, ventiladores, ferros de passar, rádios,enfim tudo que trazia conforto e facilidade na vida prática moderna. Mais e mais cidadãos brasileiros se sentiam aptos a adquirir esses objetos, antes restritos a tão poucos. Nessa fase ainda não existia a profissão do designer no Brasil, copiávamose licenciávamos produtos da Europa e dos EUA. Os anos 60 foram repletos de acontecimentos, e dentre eles a fundação da ESDI e outras escolas de design no Brasil, inspirando o título da terceira parte do livro. A partir desse marco o livro aumenta o seu foco para o design nacional, para os primeiros objetos desenhados pelos nossos recém formados profissionais, contratados por uma indústria em crescente ascensão.
Rico em imagens, o livro traça um amplo painel do design de Eletrodomésticos no país, desde o surgimento das primeiras peças importadas até a expansão do mercado nacional. Como o próprio título sugere, o livro é dividido em três partes: Origens, história e design no Brasil. Na primeira, estão em foco o estilo art déco, as discussões sobre arte e indústria na Europa, as primeiras escolas de design funcionalistas, o streamlining e trabalhos dos pioneiros mestres do segmento.
Em seguida, com a ampliação do fornecimento de energia elétrica, surgem as primeiras indústrias de Eletrodomésticos nacionais no início da década de 50. Essas empresas iniciam a fabricação dos primeiros Eletrodomésticos: geladeiras, liquidificadores, batedeiras, ventiladores, ferros de passar e rádios, entre outros.
Na terceira parte, o livro se concentra na produção nacional, com os primeiros objetos desenhos por recém-formados profissionais e os rumos do design contemporâneo.









quarta-feira, 4 de julho de 2012

O REI DOS QUADRINHOS!!!



Mauricio de Sousa
Nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935.
Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Mauricio de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Marcio.
Com poucos meses, Mauricio foi levado pela família para a vizinha cidade de Mogi das Cruzes, onde passou parte da infância. Outra parte foi vivida em São Paulo, onde seu pai trabalhou em estações de rádio algumas vezes.
Suas primeiras aulas foram no externato São Franciso, ao lado da Faculdade, no centro de São Paulo. Mas depois continuou estudos no primário e no ginásio, dividindo-se entre as duas cidades.
Enquanto estudava, trabalhou em rádio, no interior, onde também ensaiou números de canto e dança.
E, para ajudar no orçamento doméstico, desenhava cartazes e pôsteres.
Mas seu sonho era se dedicar ao desenho profissionalmente.
Chegou a fazer ilustrações para os jornais de Mogi. Mas queria desenvolver técnica e arte. Para isso, precisava procurar os grandes centros, onde editoras e jornais pudessem se interessar pelo seu trabalho.
Pegou amostras do que já tinha feito e publicado e dirigiu-se para São Paulo em busca de emprego. Não conseguiu. Mas havia uma vaga de repórter policial no jornal Folha da Manhã. E Mauricio fez um teste para ocupar a vaga. E passou.
Ficou 5 anos escrevendo reportagens policiais. Mas chegou um tempo em que tinha que decidir entre a polícia e a arte. Ficou com a velha paixão.
Criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha  e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista.
Essa passagem deu-se em 1959.
Nos anos seguintes, Mauricio criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho  e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos.
Para a distribuição desse material, Mauricio criou um serviço de redistribuição que atingiu mais de 200 jornais ao fim de uma década.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras.
Durante esses anos todos, Mauricio desenvolveu um sistema de trabalho em equipe que possibilitou, também, sua entrada no licenciamento de produtos.
Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica.
Mas chegou a década de 80 e a invasão dos desenhos animados japoneses.
Mauricio ainda não tinha desenhos para televisão. E perdeu mercados.
Resolveu enfrentar o desafio e abriu um estúdio de animação  a Black & White  com mais de 70 artistas realizando 8 longas-metragens. Estava se preparando para a volta aos mercados perdidos, mas não contava com as dificuldades políticas e econômicas do país. A inflação impedia projetos a longo prazo (como têm que ser as produções de filmes sofisticados como as animações), a bilheteria sem controle dos cinemas que fazia evaporar quase 100% da receita, e o pior: a lei de reserva de mercado da informática, que nos impedia o acesso à tecnologia de ponta necessária para a animação moderna.
Mauricio, então, parou com o desenho animado e concentrou-se somente nas histórias em quadrinhos e seu merchandising, até que a situação se normalizasse. O que está ocorrendo agora.
Conseqüentemente, voltam os planos de animação e outros projetos.
E dentre esses projetos, após a criação do primeiro parque temático (o Parque da Mônica, no Shopping Eldorado, em São Paulo, seguido do Parque da Mônica do Rio de Janeiro) Mauricio prevê a construção de outros, inclusive no exterior.
As revistas vendem-se aos milhões, o licenciamento é o mais poderoso do país e os estúdios se preparam para trabalhar com a televisão.
A par de um projeto educacional ambicioso, onde pretende-se levar a alfabetização para mais de 10 milhões de crianças.
A Turma da Mônica e todos os demais personagens criados por Mauricio de Sousa estão aí, mais fortes do que nunca, com um tipo de mensagem carinhosa, alegre, descontraída, dirigida às crianças e aos adultos de todo o mundo que tenham alguns minutos para sorrir, felizes.