terça-feira, 26 de junho de 2012

TEORIA DAS CORES


Quando se fala de cor, há que distinguir entre a cor obtida aditivamente (cor luz) ou a cor obtida subtractivamente (cor pigmento).
No primeiro caso, chamado de sistema RGB temos os objectos que emitem luz (monitores, televisão, Lanternas, etc.) em que a adição de diferentes comprimentos de onda das cores primárias de luz Vermelho + Azul (cobalto) + Verde = Branco.
No segundo sistema (subtractivo ou cor pigmento) iremos manchar uma superfície sem pigmentação (branca) misturando-lhe as cores secundárias da luz (também chamadas de primárias em artes plásticas); Ciano + Magenta + Amarelo.
Este sistema corresponde ao "CMY" das impressoras e serve para obter cor com pigmentos (tintas e objetos não-emissores de luz). Subtraindo os três pigmentos temos uma matiz de cor muito escura, muitas vezes confundido com o preto.
O sistema "CMYK" é utilizado pela Indústria Gráfica nos diversos processo de impressão, como por exemplo: o Off-Set, e o processo Flexográfico, bastante usado na impressão de etiquetas e embalagens.
O "K" da sigla "CMYK" corresponde à cor "Preto" (em inglês, "Black"), sendo que as outras são:
  • C = Cyan (ciano)
  • M = Magenta (rosa)
  • Y = Yellow (amarelo)
  • K = Black (preto)
Alguns estudiosos afirmam que a letra "K" é usada para o "Preto" ("Black") como referência a palavra "Key", que em inglês significa "Chave". O "Preto" é considerado como "cor chave" na Indústria Gráfica, uma vez que ele é usado para definir detalhes das imagens. Outros afirmam que a letra "K" da palavra "blacK" foi escolhida pois, a sigla "B" é usada pelo "Blue" = "Azul" do sistema RGB.
As cores primárias de luz são as mesmas secundárias de pigmento, tal como as secundárias de luz são as primárias de pigmento. As cores primárias de pigmento combinadas duas a duas, na mesma proporção, geram o seguinte resultado:
  • magenta + amarelo = vermelho
  • amarelo + ciano = verde
  • ciano + magenta = azul cobalto
Focos de luz primária combinados dois a dois geram o seguinte resultado:
  • azul cobalto + vermelho = magenta
  • vermelho + verde = amarelo
  • verde + azul cobalto = ciano.
A principal diferença entre um corpo azul (iluminado por luz branca) e uma fonte emissora azul é de que o pigmento azul está a absorver o verde e o vermelho refletindo apenas azul enquanto que a fonte emissora de luz azul emite efetivamente apenas azul. Se o objeto fosse iluminado por essa luz ele continuaria a parecer azul. Mas, se pelo contrário, ele fosse iluminado por uma luz amarela (luz Vermelha + Verde) o corpo pareceria negro.
Note-se ainda que antes da invenção do prisma e da divisão do espectro da luz branca, nada disto era conhecido, pelo que ainda hoje é ensinado nas nossas escolas que Amarelo/Azul/Vermelho são as cores primárias das quais todas as outras são passíveis de ser fabricadas, o que não é incorreto. As cores percebidas por nossos receptores visuais não correspondem as cores encontradas na Natureza.
Na Natureza amarelo, azul e vermelho são as cores de onde todas as outras se originam a partir de suas combinações:
  • amarelo + azul = verde
  • vermelho + amarelo = laranja
  • azul + vermelho = roxo.
A combinação de cores primárias formam cores secundárias, que combinadas com cores secundárias formam cores terciárias e assim por diante.

COR


A COR é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.
A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos pacotes de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à frequência daquela cor.
Assim, um objeto é vermelho se absorve preferencialmente as frequências fora do vermelho.
A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro eletromagnético. São percebidas pelas pessoas, em faixa específica (zona do visível), e por alguns animais através dos órgãos de visão, como uma sensação que nos permite diferenciar os objetos do espaço com maior precisão.
Considerando as cores como luz, a cor branca resulta da sobreposição de todas as cores primárias(amarelo, azul e vermelho), enquanto o preto é a ausência de luz. Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma. Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris. Observação: Cores primárias são cores indecomponíveis, sendo o vermelho, o amarelo e o azul. Desde as experiências de Le Blond, em 1730, essas cores vêm sendo consideradas primárias.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

EXPOSIÇÃO EU RECOMENDO!!!

A ARTISTA EM EXPOSIÇÃO É MARGARITA FARRÉ   QUE NOS PRESENTA ESCULTURAS DE BRONZE SUA PRINCIPAL MATÉRIA PRIMA.
A EXPOSIÇÃO ACONTECE NO PRIMEIRO PISO DO SHOPPING BOULEVARD TATUAPÉ, O SHOPPING FICA NA SAÍDA DO METRÔ NA PASSARELA MESMO.



terça-feira, 19 de junho de 2012

POLIURETANO

POLIURETANO

Denominado pela sigla PU é um polímero que compreende uma cadeia de unidades orgânicas unidas por ligações uretânicas. É amplamente usado em espumas rígidas e flexíveis, em elastômeros duráveis e em adesivos de alto desempenho, em selantes, em fibras, vedações, gaxetas, preservativos, carpetes, peças de plástico rígido e tintas.
Poliuretanos tem este nome porque são formados por unidades de uretano, ou carbamato.
A criação dos poliuretanos é atribuida ao químico industrial alemão Otto Bayer (1902–1982), que descobriu a reação de poliadição de isocianatos e polióis. O produto foi inicialmente desenvolvido como um substituto da borracha, no início da Segunda Guerra Mundial.

Aplicações                                                                                                                                                                                                                                                            
Os produtos do poliuretano têm muitos usos. Mais de três quartos do consumo global de poliuretano são na forma de espumas, com os tipos flexível e rígido grosseiramente iguais quanto ao tamanho de mercado. Em ambos os casos, a espuma está geralmente escondida por trás de outros materiais: as espumas rígidas estão dentro das paredes metálicas ou plásticas da maioria dos refrigeradores e freezers, ou atrás de paredes de alvenaria, caso sejam usadas como isolamento térmico na construção civil; as espumas flexíveis, dentro dos estofos dos móveis domésticos, por exemplo.

Verniz
Usa-se materiais poliuretânicos em revestimentos e vernizes para mobílias, carpintaria ou trabalhos em madeira. Este acabamento final forma uma camada dura e inflexível sobre a peça. Quando submetida ao calor ou ao choque, o verniz poliuretânico pode apresentar marcas transparentes ou esbranquiçadas. Como não penetra na madeira, o poliuretano carece do brilho que aparece em outros tipos de tratamento.

 Cola
O poliuretano é usado como adesivo, especialmente como uma cola para trabalhos em madeira. Sua principal vantagem sobre as colas mais tradicionais para madeira é a resistência à água. Também é difundido no segmento automotivo para a montagem de vidros frontais e traseiros do automóvel. Uma aplicação típida do adesivo de poliuretano, entre tantas outras, é a montagem de paineis de isolamento térmico fazendo a união de madeira, poliestireno expandido, espuma de poliuretano, aço, conhecido estes materiais como sanduiche de substratos, este paines são largamente utilizados na montagem de câmaras frigoríficas e baús de caminhões com refrigeração.

Pneus
O poliuretano também é usado na fabricação de pneus rígidos. Os patins do tipo roller blading e as rodas de skate só tornaram-se econômicas e resistentes graças à introdução de peças poliuretânicas fortes e resistentes à abrasão. Outros produtos foram desenvolvidos para pneumáticos, e variantes feitas de espuma microcelular são muito usadas nos pneus para cadeiras de roda, bicicletas, entre outros. Tais espumas também são muito encontradas nos volantes de automóveis, entre outras peças para veículos automotivos, inclusive pára-choques e pára-lamas.

 Mobílias
O poliuretano também é usado na fabricação de cantos macios para mobílias tais como mesas e painéis, dando-lhes um ar de elegância, durabilidade e prevenindo acidentes.
Colchões
Denominado espuma de poliuretano flexível. O mercado de colchões em Portugal e em Espanha tem sido dominado por empresas que fabricam este tipo de produto à base de uma estrutura de molas. Sendo a referida estrutura o elemento essencial do colchão, estas indústrias estão direccionadas para a produção das molas, investindo em tecnologia metalomecânica, que permita melhorar os produtos existentes e encontrar novas soluções com maior resistência à deformação, mas mantendo o conforto.
Os produtos mais avançados destas empresas começaram por combinar as molas com o látex e actualmente colocam uma camada de espuma a envolver um miolo efectuado por uma estrutura de molas. No entanto, a tendência verificada nos últimos anos no fabrico e comercialização dos colchões, tem apontado fortemente a favor dos colchões de espuma, em detrimento dos colchões de molas e de látex. A comprovar esta alteração de hábitos de consumo está a dinamização da indústria de colchões de espuma na Europa Ocidental, que conquistou já 35% dos colchões produzidos em 2006, contra 39% dos colchões de molas e 13% dos colchões de látex.

 Assentos de automóveis
As espumas poliuretânicas flexíveis e semi-flexíveis são amplamente utilizadas nos componentes do interior de automóveis: nos assentos, no apoio de cabeça, no descanso de braços, no revestimento do teto e no painel de instrumentos.
Os poliuretanos são usados para fazer assentos de automóveis de uma maneira notável. O fabricante de assentos tem um molde para cada modelo de assento. Este molde tem uma estrutura parecida com a de uma concha de marisco, que permite a modelagem rápida da estrutura do assento, que é estofado após a remoção do molde.
É possível combinar estas duas etapas (moldagem e estofamento). Neste caso, as superfícies da parte de dentro do molde têm centenas de pequenos furos que se comunicam com uma bomba de vácuo. Isto cria um fluxo constante de ar que vai do centro do molde à fonte de vácuo. O operador de montagem coloca inicialmente um revestimento de assento completo e totalmente montado no molde e o ajusta de forma que o vácuo puxe firmemente a peça contra a superfície do molde. Depois que a peça está colocada no lugar, o operador instala a moldura de metal do assento no molde, fechando-o. Neste ponto, o molde contém o que pode-se visualizar como um "assento oco".
A próxima etapa é a injeção da mistura química de poliuretano na cavidade do molde. É uma mistura de duas substâncias, medidas exatamente na quantidade certa. O molde é então mantido a uma temperatura de reação predeterminada até que a mistura química tenha preenchido o molde e formado uma espuma macia. O tempo necessário é de cerca de dois a três minutos, dependendo do tamanho do assento, da formulação e das condições de operação. Em seguida, o molde é aberto levemente por um ou dois minutos, durante o qual ocorre a cura da espuma, até que então o assento completamente estofado seja removido do molde. O operador apenas remove os excessos de espuma e coloca a peça sobre uma esteira.

Preservativos
Vários tipos de preservativos são feitos de poliuretano e são destinados às pessoas sensíveis ou alérgicas aos preservativos tradicionalmente feitos de látex.

Calçados
Muitos tipos de calçados e sapatos, sobretudo femininos, são confeccionados em poliuretano. A grande maioria é confeccionada utilizando-se sistemas poliéster, mais resistentes mecanicamente. Uma nova aplicação e quem vem crescendo são nos calçados de segurança pois é um material que, com a utilização de aditivos, consegue atender as normas necessárias para a utilização de EPI`s na industria.

Aplicações Industrial

Peças Técnicas
O poliuretano, por ser um plástico de engenharia, é altamente utilizado na indústria em geral por meio de peças técnicas, como coxins, gaxetas, molas, buchas, cepos, entre outros. Neste momento estamos falando do poliuretano como um elastômero durável e abaixo seguem alguns exemplos de indústrias que utilizam o poliuretano em suas manufaturas:

Siderúrgica
Nesta indústria o poliuretano é altamente utilizado em cilindros da laminação a frio, onde estes recebem revestimentos para proteção do material a ser laminado. Estes cilindros normalmente tem a função de tracionar a linha.

Papel e Celulose
Nesta indústria o poliuretano é utilizado também no revestimento de cilindros prensa e rolos guia.

Metalúrgica
O poliuretano é utilizado em larga escala e em diversas aplicações, além de revestir cilindros ele também é utilizado no revestimento de tamboreadores, utilizado em anéis separadores para máquinas slitter, as molas dos moldes de estamparia também podem ser feitas com poliuretano, entre outras aplicações.

Petróleo
Este é o mercado onde os maiores volumes de poliuretano são utilizados competindo de igual para igual com o mercado de mineração, e neste mercado o poliuretano é utilizado em restritores de curvatura, enrijecedores de curvatura, proteções anti-abrasivas, entre outros protetores. Em uma plataforma de petróleo podemos chegar a ter mais de 20 toneladas de poliuretano distribuídos nas peças descritas acima.

Mineração
Como já dito antes, este mercado compete de igual para igual com o mercado de petróleo, onde o poliuretano é altamente utilizado. A principal aplicação do poliuretano no mercado de mineração é o revestimento interno de tubulação, onde a proteção anti-abrasiva proporcionada pelo poliuretano é muito maior que a proteção que o aço oferece. O aço serve apenas para dar estrutura a tubulação, normalmente são confeccionadas em seções de 6 metros de comprimento com diâmetros que variam de 4 a 32 polegadas. Estas tubulações são responsáveis por enviar o rejeito e a polpa de minério gerados na produção de uma mineradora.








Matos Humberto on the Behance Network

                               

                        

 Matos Humberto on the Behance Network


 

http://www.behance.net/arte1beto



segunda-feira, 18 de junho de 2012

BAUHAUS - O PRINCÍPIO


BAUHAUS
Essa citação consta no primeiro manifesto da Bauhaus, escrito em 1919 por Walter Gropius, mostram as idéias básicas da escola e o movimento q ela causou na Alemanha, entre 1919 e 1933. A Bauhaus reuniu vários criadores de vanguarda muito importantes, que criaram idéias que iriam prevalecer em todo o mundo durante o século XX.
Em 1919, o arquiteto alemão Walter Gropius integrou duas escolas existentes na cidade de Weimar, a Escola de Artes e Ofícios, do belga Henri van de Velde, e a de Belas-Artes, do alemão Hermann Muthesius, e fundou uma nova escola de arquitetura e desenho a que deu o nome de Staatliches Bauhaus (Casa Estatal de Construção), com sede em um edifício construído em 1905 por Van de Velde.
Um dos primeiros movimentos da Bauhaus foi o Arts and Crafts, do inglês William Morris, que procurou restabelecer a dignidade medieval do artesanato e do artesão. Porém, o ensino da Bauhaus opunha-se às concepções de Morris, contrárias à revolução tecnológica e à produção em série. Também não agradava a Gropius o estilo art nouveau, devido a seu caráter decorativo e esteticista.
A associação Deutscher Werkbund foi a que mais elevou a Bauhaus. Fundada em 1907 por Hermann Muthesius para incentivar as relações entre os artistas modernos, os artesãos qualificados e a indústria. Muthesius desejava criar o que chamava de Maschinenstil (estilo da máquina). Gropius, que foi membro da Werkbund, materializou esse objetivo, em grande parte, na Bauhaus.
A Bauhaus combatia a arte pela arte e estimulava a livre criação com a finalidade de ressaltar a personalidade do homem. Mais importante que formar um profissional, segundo Gropius, era formar homens ligados aos fenômenos culturais e sociais mais expressivos do mundo moderno. Por isso, entre professores e alunos havia liberdade de criação, mas dentro de convicções filosóficas comuns.
O ensino era suficientemente elástico, com a participação, na pesquisa conjunta, de artistas, mestres de oficinas e alunos. Para Gropius, a unidade arquitetônica só podia ser obtida pela tarefa coletiva, que incluía os mais diferentes tipos de criação, como a pintura, a música, a dança, a fotografia e o teatro.
De tal maneira a filosofia da Bauhaus impregnou seus membros que sem demora se definiu um estilo em seus produtos despidos de ornamentos, funcionais e econômicos, cujos protótipos saíam de suas Oficinas para a execução em série na indústria. O estilo Bauhaus era fruto do pensamento dos professores, recrutados, sem discriminação de nacionalidade, entre membros dos movimentos abstrato e cubista.
No início da Bauhaus, Gropius baseou-se principalmente em três mestres: o pintor americano Lyonel Feininger, o escultor e gravador alemão Gerhard Marcks e o pintor suíço Johannes Itten. A eles se juntaram depois artistas da categoria de Oskar Schlemmer, Paul Klee, Wassili Kandinski, László Moholy-Nagy e Ludwig Mies van der Rohe. Em 1925, Josef Albers e Marcel Breuer passaram a fazer parte do grupo.
Ameaçada ao fim pelos conservadores por causa de suas inovações, a escola mudou-se em 1925 para Dessau, onde ficou até o começo do nazismo. Gropius projetou e construiu um conjunto de prédios que eram, em si mesmos, um manifesto de arquitetura moderna e uma das mais extraordinárias obras da década de 1920 para abrigar a Bauhaus.
As atividades da Bauhaus aumentaram em Dessau com o lançamento de publicações e a organização de exposições. Uma clara mentalidade racionalista presidia à elaboração dos projetos. Em 1928, Gropius passou o cargo de diretor ao suíço Hannes Meyer, abandonando a escola, já então consolidada, junto com Moholy-Nagy e Breuer.
A nova direção realçou ainda maior à arquitetura e assistiu à chegada das influências do construtivismo russo. Em 1930, Meyer, cuja postura esquerdista não era bem vista pelas autoridades, foi substituído pelo arquiteto alemão Mies van der Rohe. Este reorganizou a escola e deu-lhe um novo impulso.
Em 1932, com a chegada dos nazistas ao poder em Dessau, a Bauhaus se transferiu para Berlim, onde continuou a funcionar até seu fechamento definitivo em 1933. As possibilidades da vanguarda alemã, com isso, se fecharam também, mas o ensino inovador da Bauhaus já havia se difundido a essa altura nos principais centros de arte. Tal difusão tornou-se ainda maior quando os grandes mestres da escola, devido às perseguições nazistas, passaram a emigrar, principalmente para os Estados Unidos e a Inglaterra.
Em 1928, Sandor Bortink fundou em Budapest o Mühely, também chamado Bauhaus de Budapeste, que existiu até 1938.
Em 1933, Josef Albers instalou um departamento do tipo Bauhaus no Black Mountain College (Carolina do Norte, Estados Unidos) e depois na Universidade de Harvard.
Em 1937, Moholy-Nagy criou em Chicago a New Bauhaus, mais tarde incorporada ao MIT (Massachusetts Institute of Technology). Gropius passou a lecionar em Harvard e Mies van der Rohe tornou-se um dos principais arquitetos da remodelação de Chicago.
Em 1950 inaugurou-se em Ulm, na Alemanha, a Hochschule für Gestaltung (Escola Superior da Forma), dirigida por Max Bill, ex-aluno da Bauhaus de Dessau. A essa última instituição, em especial, coube dar seguimento programático às formulações da antiga Bauhaus -- uma escola que se integrou perfeitamente no contexto da civilização do século XX para dar-lhe uma visualidade própria.

                                                                                            
Capa da revista «Bauhaus», edição de Março de 1928, Na capa, várias personalidades da Escola Estatal.
Em 1926 foi criada a revista trimestral «Bauhaus», que junto com os «Bauhausbücher» promovia as novas idéias sobre arte, arquitectura e design.
Wassily Kandinsky, Lyonel Feininger, Paul Klee
Hannes Meyer, Hinnerk Scheper, Josef Albers
Joost Schmidt, Gunta Stölzl, Hans Wittwer
Ernst Kallai, Oskar Schlemmer, Mart Stam.























sábado, 16 de junho de 2012

DO POBRE AO RICO!!!

CONSIDERADA POR MUITOS ANOS SANDÁLIAS DE POBRE, AS HAVAIANAS FORAM DO POBRE AO RICO!!! E HOJE ESTÃO NOS PÉS DE TODOS SEM PRECONCEITOS.
PARABÉNS A MARCA QUE INVESTE EM ARTE, DESIGN, MARKETING, MODA, PROPAGANDA..................................................................................................!!!


HAVAIANAS
A idéia para o produto foi inspirada nas Zori, sandálias japonesas feitas de palha de arroz ou madeira lascada e que são usadas com os kimonos. Em 8 de junho de 1958 foram lançadas as sandálias brasileiras feitas de borracha. O primeiro modelo é o mais tradicional: branco com tiras e laterais da base azuis. Não possuíam um atrativo visual, porém, eram demasiado baratas. Com o fator preço favorecendo o mercado, em menos de um ano a [Vespasiano] produzia mais de 13 mil pares por dia.
O grande público das Havaianas foi, durante trinta anos, uma classe financeiramente desfavorecida que a comprava em mercados de bairro. Assim, as Havaianas ficaram conhecidas como "chinelo de pobre". Tentando mudar esta idéia, a companhia lança em 1991 o modelo Havaianas Sky, com cores fortes e calcanhar mais alto, dando a idéia de que pertencia a um público de classe mais alta. Seu preço também é mais elevado que o das tradicionais. Para levar o lançamento ao público alvo, foram veiculadas propagandas de grande porte estreladas por artistas famosos. Em seguida a distribuição foi organizado de acordo com o público alvo. Também foi criado um display vertical para facilitar a escolha do produto e do número. Este display substituiu as antigas bancadas com pares espalhados.
Após o sucesso da Sky, foram criados novos modelos como, por exemplo, a Havaianas Olimpic, lançada durante as Olimpíadas de Atlanta. Desde a seu aparecimento, as Havaianas evoluíram dos modelos simples de chinelo de enfiar no dedo, que continuam a ser um sucesso de vendas, para designs mais elaborados com aplicações e formatos variados. Recentemente foi lançado um modelo que inclui um salto alto.
Havaianas é uma marca brasileira de sandálias de borracha produzidas pela São Paulo Alpargatas, uma empresa do Grupo Camargo Corrêa. A marca, que possui participação de 80% no mercado brasileiro de chinelos de borracha, comercializa cerca de 162 milhões de sandálias anualmente, dos quais 10% para mais de 80 países dos cinco continentes, podendo ser encontrada em mais de 200 mil pontos de venda. As exportações chegam a 22 milhões de pares (somente nos Estados Unidos está presente em 1.700 pontos de venda). A cada três brasileiros, dois em média consomem um par de "Havaianas" por ano.
As vendas da sandália de borracha Havaianas, produto de sucesso da Alpargatas, já representam metade do faturamento da companhia, que no ano passado foi de R$ 1,6 bilhão. O investimento em marketing da marca, de 12% a 13% do faturamento, tem mantido a Havaianas em trajetória de crescimento. O percurso para a sandália ganhar status de marca fashion foi longo. Ele começou a ser traçado em 1994, quando a marca estava em crise, com queda de vendas. A empresa reagiu e lançou, com uma grande campanha de marketing, a Havainas Top, um novo modelo de sandálias de uma única cor. De 1994 a 2000 o produto foi aos poucos "sofisticado" pela empresa em campanhas e em muitos lançamentos. Foi quando modelos e celebridades começaram a desfilar com a sandália nos pés. As exportações aceleraram e a marca ganhou espaço em revistas e nas principais vitrines de moda no mundo.











sexta-feira, 15 de junho de 2012

ROMERO BRITTO


ROMERO BRITTO
Considerado um ícone da cultura pop moderna, sendo um dos mais premiados artistas de nosso tempo. O artista pop mais jovem e bem-sucedido de sua geração, Britto tem criado obras-primas que invocam o espírito de esperança e transmitem uma sensação de aconchego. Suas obras são chamadas, por colecionadores e admiradores, de “arte da cura”. Sua arte contém cores vibrantes e composições ousadas, criando graciosos temas com elementos compostos do cubismo. Admirado pela comunidade internacional, Romero tem suas pinturas e esculturas presentes nos cinco continentes e em mais de 100 galerias no mundo, fazendo parte das mais expressivas coleções, como as de Eillen Guggenheim, senador Ted Kennedy, governador Arnold Schwarzenegger, o ator David Caruso, Pelé, o tenista André Agassi, Marta Stewart, a família Safra e a família do saudoso Roberto Marinho.
Em 2005, como testemunho de seu impacto nas artes plásticas, Romero foi nomeado embaixador das artes do Estado da Flórida pelo ex-governador Jeb Bush. Concomitantemente, em 2005 e 2006, Romero Britto foi convidado a participar de uma pequena lista de artistas internacionais selecionados para a Bienal de Florença. “Arts and Exhibitions International” convidou Romero para criar uma pirâmide comemorando o retorno da exposição do tesouro de Tutankhamon a Londres, depois de 35 anos. A pirâmide de Romero é a maior instalação de arte na história do Hyde Park até hoje, com a altura equivalente a um edifício de quatro andares. Foi produzida em tributo às antigas pirâmides de Gisé, a última das sete maiores maravilhas do mundo. A pirâmide está programada para ficar permanentemente instalada no Museu da Criança no Cairo, Egito. Em 2008, Romero Britto criou uma série limitada de selos postais intitulados ''Esportes para a paz'', que celebraram o memorável talento dos atletas para os Jogos Olímpicos de Beijing, e também expôs sua arte no famoso Museu do Louvre, em Paris. Britto acredita que “A arte é muito importante para não ser compartilhada”, e esta é uma das razões pelas quais ele criou a Fundação Romero Britto, em 2007.
O artista foi convidado pela terceira vez consecutiva para ser um palestrante do World Economic Forum; recebeu convite para fazer a abertura do XLI Super Bowl com o Circo de Soleil, e ainda para criar a prestigiada coleção de selos postais para a ONU, além de inúmeros outros convites. Isso evidencia que Romero Britto está presente de maneira definitiva no universo da arte com suas obras, que se encontram nas mais preciosas coleções particulares, sendo sempre requisitado pelas maiores empresas do mundo, às quais incorpora sua arte e assim traz visibilidade às marcas, tais como Absolut, Disney, Movado, Pepsi, Evian, Microsoft, XBox e Audi. Hoje Romero possui duas galerias, uma localizada em Miami Beach, na famosa Lincoln Road, e uma belíssima e moderna galeria projetada pelo arquiteto João Armentano, localizada na badalada Rua Oscar Freire, n. 562, no coração dos Jardins, em São Paulo.

Dilma-Romero Britto

O Cavalo- Romero Britto

quinta-feira, 14 de junho de 2012

STUDIO ARTE1

                  STUDIO ARTE1, DESIGN DE PRODUTO E DESIGN DE MODA.
                                                  

                www.flickr.com/photos/studioarte1




 
 
 
  







VISTA ARTE COMO MODA!

Uma nova marca muito bacana esta surgindo é a GLASS, marca cheia de atitude que tem como proposta a arte em suas diversas vertentes como graffite, artes plasticas, illustração entre outras......
Vale á pena conferir o site da marca: http://www.glassart.com.br


GLASS
A Glass é a transparência de ideias, o coletivo e colaborativo entre artistas e afins, é a interatividade e moda andando juntas. A marca segue coleções baseadas em inspirações temáticas, que surgem a partir do questionamento da realidade de todos os envolvidos, transformando-as em vários segmentos de arte.
A marca estabelece parcerias com djs e vjs que se indentificam com a proposta e vestem a ideia.T-shirts, tops e acessórios!
A ESTILISTA
Sem ao menos saber que estava atuando, Elaine Castro foi sentindo e descobrindo a vocação para o estilismo desde os tempos de ginásio, customizando seus uniformes, roupas, costurando à mão e desenhando modelos em seus cadernos. Suas inspirações sempre vieram de pensamentos baseados na forma em que enxerga a vida, seu processo de criação para ilustrações baseia-se no minimalismo, com sua arte sendo composta por variados tipos de materiais recortados, imagens fotográficas, abstrativismo, elementos do dia-a-dia e da natureza. Já na modelagem, ela aposta em conforto e em algum diferencial que engrandeça a peça.
Acredita na moda como estilo e não como algo a ser seguido, por isso em sua visão seguir tendências sempre foi monótono. Bacharel em Design de Moda pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, sempre teve o mercado de trabalho aberto a suas ideias, trabalhando, aprendendo e absorvendo muita experiência em diferentes empresas do segmento.
Após alguns anos sentiu-se tocada fortemente pela vontade de iniciar um projeto coletivo e colaborativo, porém seu, onde o principal ideal é a ajuda mútua.


 
 
 
 
 
 
 





BELO DESIGN DE ÓCULOS

CARRERA

 Modelo Champion

Champion:
O vintage é muito mais um estilo que uma moda, porque é feito de emoções e recordações, cultura e história.
E desde 2007, quando Carrera relançou o Champion, modelo ícone de todas as coleções atuais, o vintage tornou-se a chave de leitura do DNA da marca.
De fato, Champion recorda com fidelidade o estilo da década 80 com uma reinterpretação moderna e atual dos materiais e das cores.
O caminho do sucesso deste ícone é constelado de momentos gloriosos, todos inesquecíveis.
As lentes azul Carrera, sempre de inspiração vintage, têm a sua origem no passado mas utilizam uma nova tecnologia que permite obter um azul com tons fumados e com efeito variável.
Verdadeiros objetos do desejo, os modelos CARRERA VINTAGE conquistaram até os vip’s mais famosos: numerosas celebridades além do oceano e estrelas europeias exibem os óculos-ícone do momento!
Champion é feito em material da marca Optyl, que garante um ótimo acabamento da superfície, uma resistência superior aos esforços mecânicos comparada àquela dos termoplásticos normais (acetato, propionato, etc.) e um desenvolvimento de cores e efeitos cromáticos sem igual. Gaba também uma grande ligeireza ( 20% mais leve que o acetato e outros materiais) e é analérgico. De fato, este material, sem plastificantes, é tratado com um revestimento especial da superfície que proporciona resistência ao suor e aos produtos cosméticos.


Modelo Champion

A história da Carrera começa com os óculos de sol para esportes, óculos de ski, natação, e capacetes. Wilhelm Anger fundou a empresa Carrera em 1956 e deu esse nome por influencia de uma das mais famosas corridas de carros da América do Sul nos anos 50, a Carrera Panamericana.
Em 1964 a Optyl ganha sua patente. Um material 20% mais leve que qualquer outro material em termoplástico com elasticidade permanente e alta estabilidade. Em 1970 começa fazendo coleções de capacetes para esportes de corridas e neve, óculos de ski e natação.
Uns anos mais tarde em 1977 a empresa abre a sua sede na Áustria em que Albrecht Rosenauer propõe uma nova linha de óculos de sol para esportes. 3 anos mais tarde a Carrera apresenta então a sua coleção de óculos escuros, Carrera Porsche Design. Um estilo completamente novo de óculos escuros que revolucionou o mercado, ainda hoje estes óculos são vendidos como óculos retrô de alta qualidade e design.
Desde então a Carrera tem participado em numerosos eventos de esportes de alta competição como empresa patrocinadora com direitos de exclusividade e como fornecedora de equipamento. A sua projeção é enorme em todo o mundo. Sendo a fornecedora de eventos como o America Cup, a maior corrida de vela do mundo, Formula 1, Jogos Olímpicos de Inverno, Moto gp e outras corridas de motas e carros, as principais voltas de ciclismo europeias, e principais eventos de ski na neve.
Todos esses esportes além de claro a Carrera ter óculos para ler e óculos escuros para homem e mulher que são considerados icônicos em todo o mundo, o que a tornam líder do mercado, apesar da competição de hoje em dia.
A empresa desde 1996 faz parte do Safilo Group S.p.A. E sua sede mudou para Padova, Italia.

 Modelos Speedway 



                                                             
                                                            

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O QUE É RIO+20

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.



O QUE É RIO+20
Nesta edição especial sobre "desenvolvimento sustentável" vamos tentar esclarecer sobre os objetivos e expectativas da Rio+20, tendo em vista que as negociações para o documento final da Conferência Rio+20 já estão sendo realizadas.
Vinte anos após a Cúpula da Terra, realizada no Rio em 1992, a Rio+ 20 será mais uma oportunidade de refletir sobre o futuro que queremos para o mundo nos próximos vinte anos.
Nessa conferência, líderes mundiais, milhares de participantes do setor privado, ONGs e outros grupos se reunirão para determinar como é possível reduzir a pobreza, promover a justiça social e a proteção do meio ambiente em um planeta que é cada vez mais habitado.
Segundo Brice Lalonde, esta é uma oportunidade histórica para desenvolver idéias que possam promover um futuro sustentável - um futuro com mais postos de trabalho, com fontes de energia limpa, com mais segurança e com um padrão de vida decente para todos. "O Rio+20 é um dos maiores encontros mundiais sobre o desenvolvimento sustentável do nosso tempo", disse Brice.
(Entrevista: Brice Lalonde, Coordenador Executivo da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Entrevista por Maha Fayek)


DESIGN DE SUPERFÍCIE


RENATA RUBIM
Carioca radicada em Porto Alegre, Renata Rubim é designer de superfícies e consultora de cores. É autora de Desenhando a Superfície, editado pela coleção Textos/Design da editora Rosari, de São Paulo. Trata-se do primeiro livro lançado no Brasil sobre este tema. Seu escritório Renata Rubim Design&Cores atende a clientes de diferentes segmentos. Entre eles, estão empresas como Termolar, Sanremo, Tok&Stok, Solarium Revestimentos e Saccaro.
Desde 1990, Renata ministra cursos e workshops em várias instituições de vários estados do Brasil. Desde 2006 vem desenvolvendo uma série de workshops de Criatividade e Design de Superfície em parceria com a ADP - Associação de Designers de Produto, em São Paulo.
Renata Rubim começou sua formação ainda nos anos 60, ao ingressar em 1967 no IADÊ, em São Paulo. Em 1985, ganhou uma bolsa de estudos Fulbright e freqüentou a Rhode Island School of Design, nos Estados Unidos. Um dos seus orgulhos é o fato de ter sido selecionada, no ano de 2005, em dois concursos do site www.designboom.com pelos trabalhos Simplicity (para azulejos com cristais Swarovski) e Door to Paradise (projeto adquirido pela empresa italiana Cocif.). Em 2006, ela recebeu destaque no mesmo site com a produção final do tapete Jujuba. O trabalho foi publicado na revista israelense Alma em outubro de 2006.











IRMÃOS CAMPANA

Os Irmãos Campana (Humberto Campana, Rio Claro, 17 de março de 1953, e Fernando Campana, Brotas, 19 de maio de 1961) são respectivamente, formado em Direito pela Universidade de São Paulo, e seu irmão em Arquitetura pelo Unicentro Belas Artes de São Paulo.
Hoje a dupla goza de reconhecimento internacional por seus trabalhos de Design-Arte, cuja temática discute elementos do cotidiano, ou simplesmente produtos sem nenhum valor, que são transformados em peças de caráter artísticos, com uma linguagem única e de, até, uso possível.
Profissionais que despertam o interesse internacional, são os uns dos poucos brasileiros com peças no acervo do MoMA, em Nova Iorque.


 
 
 

Prêmios da Dupla
1992 - Prêmio Aquisição, Museu de Arte Brasileira FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) São Paulo. Biombo Cerca.
1996 - Primeiro Prêmio Categoria Design (1º lugar) XXI Salão de Arte de Ribeirão Preto, SP. Cadeira de Papelão.
1997 - Primeiro Prêmio Categoria Móveis Residenciais (1º lugar) ABIMÓVEL (Associação Brasileira de Industria de Móveis) São Paulo. Mesa Inflável.
1998 - Segundo Prêmio Categoria Móveis Residênciais (2º lugar) Museu da Casa Brasileira, São Paulo. Estante Labirinto.
1999 - Prêmio George Nelson Design Award, Revista Interiors, EUA.
2001 - Prêmio Especial, Museu da Casa Brasileira, São Paulo, Brasil, H.Stern coleção de jóias.
2005 - Le Prix du Nombre d'Or, Salon du Meuble de Paris, França para Fernando e Humberto Campana.
2005 - Primeiro lugar na cDim award da Feira Internacional de Móveis de Valencia pela cadeira Corallo

EVENTO BACANA!!!

A MODA E O DESIGN, O ESTILISTA E O DESIGNER, A BASE, MODELAGEM E A ESTAMPA, DESENHO, ILLUSTRAÇÃO......
MUITA GALERA DO DESIGN TEM PRECONCEITO COM DESIGNER QUE TRABALHA NA AREA DE MODA, PARA ESTES BABACAS CONTINUEM COM ESSE PENSAMENTO PELO MENOS SOBRA MAIS EMPREGO PARA O DESIGNER QUE TRABALHA COM MODA.


Confira a programação completa que vai rolar na Bienal do Parque do Ibirapuera, em Sampa, entre os dias 11 e 16 de junho de 2012!

SEGUNDA FEIRA (11/06)
1 Animale 16h30
2 Alexandre Herchcovitch (fem) 17h45
3 Tufi Duek 19h00
4 FH por Fause Haten 20h30
5 Triton 21h30
TERÇA-FEIRA (12/06)
1 Paula Raia 11h00
2 Ellus 15h30
3 Movimento 17h00
4 Iódice 18h30
5 Ronaldo Fraga 20h30
QUARTA-FEIRA (13/06)
1 Água de Coco por Liana Thomaz 17h00
2 Uma Raquel Davidowicz 18h30
3 Adriana Degreas 20h00
4 Forum 21h30
QUINTA-FEIRA (14/06)
1 Neon 15h30
2 João Pimenta 16h30
3 Juliana Jabour 17h30
4 Jefferson Kulig 18h30
5 Osklen 20h00
6 Colcci 21h30
SEXTA-FEIRA (15/06)
1 Reinaldo Lourenço 11h30
2 R.Rosner 15h30
3 Gloria Coelho 17h00
4 Alexandre Herchcovitch (masc) 18h30
5 Vitorino Campos 20h00
6 Lino Villaventura 21h30
SÁBADO (16/06)
1 Cavalera 11h00
2 André Lima 13h00
3 Têca por Hêlo Rocha 15h30
4 Fernanda Yamamoto 17h00
5 Amapô 18h30
6 Samuel Cirnansck 20h00